28 de agosto de 2011

Definindo o indefinido: pode.


Desde de muito nova acho muito chato o ato da definição, eu não posso simplesmente ser e não ser de forma coerente? Sabe como funciona? É muito simples, é só você dizer que para tal situação você não concorda e para outra sim, não pode? Todo mundo faz isso. Às vezes eu penso que só eu não posso mudar de opinião, então temos de ser fixos? Só me irrita a mudança de opinião quando ela não é assumida, onde está a coerência

Você não disse “x” ontem e hoje disse “y”? Não. (????????????????????)
o.O

Indefinido

Forte, fraco, o que é tudo isso mesmo? Fazer ciências sociais é deixar de ser tolerante com a intolerância e passar a ser intolerante com a intolerância. Para os que percebem isso: exercitar a tolerância com intolerantes. Nossa vida toda é assim, uma eterna construção da descontrução e reconstrução da contrução e eu estou pirando! Respiro. Ufa, quase me sufoquei. Tem gente que pensa que eu nunca choro, outros acham que eu nunca falei sério na vida, tem gente que pensa que TODAS as palavras que eu digo são irônicas e no fim disso tudo, desculpe, tudo isso é verdadeiro e falso: ninguém é, ou pode ser TÃO definido, parem de definir!

Espírito Cristão-Social-Brasileiro

Nunca saí muito bem na foto, não costumam me amar de cara, mais fácil me odiarem, mais fácil acreditarem em coisas opostas ao que sou. Dizem que a culpa é minha. Acho fácil culpar os outros, mas é engraçado como as pessoas pensam que eu que as culpo: eu peço tantas desculpas, que esqueço de dizer obrigado. Desculpe. É engraçado tentar fazer o caminho inverso do que sempre me ensinaram, minha psiquiatra e meu analista pedem para eu ser menos boazinha, e eu deveria. Não acho que isso me torna melhor, não mesmo, acho que isso me torna uma babaca manipulada por um espírito cristão-social-brasileiro: parabéns!

Típico


Nunca foi tão difícil que fizesse que tudo se tornasse impossível, e nunca foi tão fácil que eu não precisasse reclamar. Perdi alguma coisa no caminho? Me perdi no caminho? Não. Nada se perdeu. Somos como as culturas, mesmo que depois de mortos todos os integrantes de uma sociedade, essa cultura jamais é morta, uma vez que houve contato com outra cultura ela irá se juntar, agregar, prosseguir de forma diferente. Nós não perdemos nada no caminho, nunca. Nos tranformamos em coisas diferentes, pessoas diferentes, mesmo que tenhamos atitudes opostas ao do passado, aquela de outrora não foi perdida, mas mudada, tranformada e está lá, em algum canto contida. Quantas vezes me transformei? Cortei os cabelos, tingi, mudei de cores de roupas, modelos, vocabulários, perspectivas, sonhos, tudo. E que bom. É claro que sei que a maior parte das pessoas não viveriam como eu vivo, não seriam tão intensas, nem tão insanas, mas eu gosto. Acho que lá no fundo de mim gosto desse monte de doenças que fui acumulando, mas também odeio. Típico.


3 de agosto de 2011

Você nem viu

Não é mais dia, aliás, não me acostumei de novo com a luz do dia, ainda gosto dele, mas a luz me ameaça. Disseram-me que você vai bem, a vida continua, talvez um pouco mais parada, talvez um pouco mais fácil, talvez com mais dinheiro. Ouvi dizer que o desânimo continua você ainda é o que eu conheci, a não ser comigo. Hoje já faz quase um ano, e nada se resolveu. Permanecer a mesma decisão, não pareceu uma resolução, pelo menos eu não sinto assim. Talvez agora você seja mais feliz, tenha mais tempo para você, e possa usar e comer tudo o que quiser. Agora você não precisa ser mais coerente, você pode voltar a odiar o seu irmão e não reconhecer o valor da sua família. Talvez, agora você seja tudo aquilo que desejou, mas eu não compreendi: não que isso faça com que eu me sinta culpada.


A vida está diferente, ainda luto para tentar assumir algumas facetas, as dores são as mesmas, mas me sinto diferente. Tenho novas preocupações, perspectivas, interrogações e uma calma inquietude. Quando me lembro de você, não há nada claro, é como uma morte: não me lembro bem do seu rosto, nem de momentos longos, mas choro. Você deve pensar como o resto do mundo, que chorar quer dizer uma única coisa: fraqueza. Para mim, chorar quer dizer uma porção de coisas impossíveis de serem definidas.

Faz quase um ano que eu já sabia, fazem muitos mais que eu pensei, planejei, ensaiei diversas vezes. Às vezes penso que de verdade, jamais saberei se foi bom ou ruim, acho que foi bom e ruim ao mesmo tempo de forma diferente do que seria. Quero que saiba que não te culpo, há uma mágoa imensa e não nego, mas não culpo. Ainda no fim, olho para todo mundo e vejo um animal que está ali, e enquanto vivo, acerta, erra, magoa, e é estranho: eu também fiz muito disso tudo.

Hoje em dia eu cuido da minha pele, passo protetor solar, me maquio melhor, voltei a ter cabelos curtos, escuros e lisos. Ganhei novas marcas, passei por novas doenças, conheci lugares novos, experimentei novas comidas, conheci pessoas de formas tão estranhas que nem eu mesma acredito. Sou mulher. Ainda feminista, mais autônoma, mais preguiçosa e com mais vontades. Aprendi a me amar, me achar bonita e perceber como me enganei ao meu respeito.

Você provavelmente nunca leu nada do que escrevi, talvez permaneça mudo até a minha morte, fique invisível até quando eu agonizar de dores: irônico. É uma triste saudade do que foi, do que não foi e do que eu deixei de viver em todos esses anos. Nunca vou saber e é inútil imaginar o inimaginável. Espero que um dia você tenha o que precisa para poder falar comigo, palavra que for, da forma que for. É porque às vezes tenho a sensação de loucura, como se mais ninguém tivesse te conhecido e eu tivesse imaginado tudo, sentido, e você nunca existiu: preciso saber que não estou louca.


Enquanto isso, tudo segue, da forma que é, da forma que for... tudo segue. Talvez eu morra, talvez você morra, talvez eu case, talvez só tenha uma filha para chamar de minha. É, acho que foi isso, acho que eu entendo o que você quis dizer com “cobrança”, eu me sinto assim e tenho horror que as pessoas depositem suas esperanças em mim, pesa muito, eu não sabia.


Boa casa, boa família, boa saúde, bom dinheiro.

4 de março de 2011

Rumo à e Bogotá first day

Bom, se cêis num sabe, eu não dormi a noite toda, porque sabe, eu sou uma pessoa sem adrenalina e sem ansiedade, sou livre desses males! E por isso mesmo levo uma vida muito regrada à base de remédios, álcool, amigos e vida noturna variada: ligar pra gente que eu não falo há 7 anos e falar pra passar na minha casa; conversar com os porteiros sobre política; ficar escrevendo nessa merda; enfim... O mais regrado de tudo na minha vida é a comida, isso ninguém NUNCA irá poder discutir comigo, porque critério pra comida é o que não me falta, o que falta mesmo é vontade de comer, e sobra vontade de viver.


Tá, pra quem me segue no twitter (@SachaPalma), ou me tem no face, já sabe um pouquinho da minha saga no aeroporto. Porque assim, não basta ir viajar, a pessoa ainda viaja exigindo toddynho da mãe aos 22 anos e como ela NÃO fez faculdade de economia, eu tive que comprar no aeroporto e pagar nada menos que R$ 4,30. Má vá, mais barato do que isso não, DUVIDO?


Mas um dos pontos onde a coisa começa a ficar interessante, é quando eu passo na alfândega, ainda no Brasil. Como alguns já sabem, depois de ter lacrada toda a minha mochila com os lacres que restaram das luzes de natal do meu prédio, eu me dou conta: Eu não coloquei toalha. Ai, você vai dizer a mesma porcaria que a minha mãe disse: Corta o lacre e coloca lá e lacra de novo. Cê jura? Não cabe! Por isso mesmo a minha linda toalha me acompanhou dentro da minha bolsa na bagagem de mão, junto ao netbook e psicotrópicos. 
E não é que a tiazinha da alfândega sei lá porque cargas d'água resolveu remexe a minha bolsa? Ai foi lindo, a muié tirando uma toalha de banho de dentro da minha bolsa, imagina... Tipo "ela vai tomar banho no avião?" ou "Ela vai tomar banho na pia do aeroporto?".... ai, ai.


E como SEMPRE o OBEVEO aconteceu, um casal gay do sexo masculino e lindos sentam bem na minha frente, no que vc acha que resultou disso:
a) Como vc não tinha dormido, dormiu o voo todo
b) Vc foi fazer a social e foi esnobada pelos lindos
c) Fico tudo amigo, até dos dois outros passageiros da sua poltrona + a da poltrona da frente + a da poltrona do lado da frente.


Não vou responder, a resposta é MUITO obvia, deixem nos comentários seus palpites.




Termino aqui para não ficar muito longo. Aguardo os palpites e então continuo essa linda história da Sacha sentada entre um colombiano e outra colombiana que SÓ eu achava que era brasileira e falava em português com a mulher que só acenava... enfim.


No próximo capítulo você lerá:
- "Embarque Próximo"

- Cantada na alfandega
- "Me dá um?"
- "Sorry?".....




BJO, quem quiser pode falar comigo por Skype: Sacha Palma, não, não tem duas no Brasil, prometo!

2 de março de 2011

Sacha retorna de novo.

Referente 01/03


Eu retorno frequentemente, tipo, a mim mesma. É....nem sei porque disse isso, você nunca vai entender, ok.


Vô tentar escrever uma paradinha aqui, vamos ver o sai? Opa!




Não,
Realmente não adianta viver de felicidade passada. Eu vivi, foi bom, foi ótimo, foi feliz, foi difícil, foi sofrido e o que há de diferente entre o passado e o presente? Em relação a isso, nada. E foi hoje um dos dias que percebi isso de novo, como é bom me sentir eu mesma de novo. Passei tantos anos contando as glórias que já não tinham nem mais rastro, ou graça, ou qualquer importância. E sabe de uma coisa? Eu posso voltar a sentir e ser a "mesma" coisa, em tempos atualizados. E olha, está sendo ótimo. É ótimo saber que eu sei, sem me questionar, porque sempre que eu me questiono, ai eu erro. Eu voltei a ser malucamente-repentina-impulsiva-de-forma-maravilhosa. E isso até agora, só me trouxe boas surpresas, tranquilidade, felicidade e paz interna.


Volto a brilhar e não me importo com mais nada além do que eu acho que é importante: amor, corações. E pronto, o resto.... O resto quem gostar, quem me amar, quem me quiser bem, VEM COMIGO!






Bjooo

Dia 28/02 - O Inferno e o céu

Manu, olha que nem sei por onde começar ou por onde terminar. Mas é basicamente essa parada:


SÃO PAULO PAROU, e não foi o PCC, porque se fosse eu tinha chegado mais rápido na faculdade pra matar os calouros.


Cheguei na faculdade, galera já miada e bêbada ainda dando pra dar uma zuadinha da cara alheia (22h10). Bom, não deu outra, fiz uns ficar com ódio da minha existência (normal), dancei funk menos do que gostaria, pouca gente interessante. Mas AMELHOR parte é você encontrar com gente que se faz de louco, e tá bem bêbado, achando que eu não manjo qual a dele e faço ele pagar mó papelão. Meu último ano, eu mereço fazer isso com qualquer um que entrou depois de 2008, é meu dever como veterana!


Dae firmeza, troca umas ideia, dá selinho triplo em amigas de tchau (?) e vamo que vamo. Dani desova eu e Carol no meu humilde ap., e nóis muito das elétrica. Eu apresento a Carol pro porteiro, porque ela (lê isso e meu twitter e meu face) e sabe que eu troco ideia de madruga com os porteiro e sou mó camarada. Ai a gente senta na churrasqueira, troca uma ideiazinha e sobe. 


"Mãe, a Carol vai dormir aqui, a gente vai dormir juntas no quarto do Yuri (irmão) porque a Carol quer ver Ti-ti-ti que eu gravei"
-"Mas vocês vão dormir na mesma cama?"
"Claro!" ...tipo, como se fosse a primeira vez né? 


Vemos Ti-ti-ti aloprando tudo e não contentes, cantamos, dançamos e gargalhamos com músicas de Glee e nossa vida medíocre. Como eu senti que todas tava acesa, resolvi tomar meu remedinho pra dormir e partilhar com a Carol. Todas capotou, morreu, delicia.


Acordo, Carol morta diz "O que você me deu ontem a noite, to morrendo de sono?"  Manu, a gente foi dormir pelo menos umas 4h, oi? Dae eu já coloco O Clone do dia anterior, ela se anima, nóis assiste, ela parte e todas feliz.




Bjo.

A Ressurreição

Fiz contas, eu já aprendi. E notei que devo 3 posts novos por cada dia perdido, porque se não eu largo logo a mão e aê fodeu!


Então esse será referente ao dia 27/02 do qual eu não lembro o que eu fiz.... MESMO, calma....Vou ver no calendário que dia da semana foi... Ahhh foi domingo! Muito bem, mas vamos começar pelo sábado e o meu fantástico dom de atrair coisas estranhas.


Eu atraio coisa estranhas


Sábado, show dos Backstreet Boys, a pequena criança finalmente realizará seu sonho de ver de "perto" o Nick e GRITAR todas as músicas. 
Preciso dizer antes de continuar: quando eu vou parar de foder minha garganta gritando?
Ok.
Eu + a minha irmã surtada + minha prima com 100.000 alergias que eu as declaro (porque sim, sou médica) psicossomáticas. Dae, minha prima já sai de casa falando de febre, pra eu não encher o saco dela e algo sobre eu calar a boca. E a minha irmã surtada apóia, porque ela é chata, dã!


Bacana, começa a ter indícios de que o show vai começar, a minha prima já começa a morrer, vou resumir dizendo: ela nem viu o show, ainda bem que ela viu eles no auge e eu não, né? Tá....


Bom, metade do show eu me joguei no meio de um monte de gente que cheiravam a misto de suor, azedo e o MELHOR, chulé, MESMO! E ai vem que, né.... eu sempre nas melhores. 
Há duas pessoas de chegar na grade e ver se o Nick é mesmo gato, um mano jow anão e feio ficava, que ficava atrás de mim e saia por nada. Eu ia pro lado, ele ia; eu ia pra frente, ele ia...êeee má que caraléo! Dae, quando eu já tava me enchendo e pensando na possibilidade de um barraco, a mina atrás de mim (ao lado dele) chega no meu ouvido e diz EXATAMENTE ESTAS PALAVRAS: Saí da frente dele, esse cara atrás de você tá com o pau de fora.


Em uma situação dessas 1º passo: passe a mão na sua bunda e certifique-se de que não houve contato viscoso, checado! Eu até poderia falar o passo 2 se a moça que me avisou não tivesse dito pro cara sair de lá, que ela sabia muito bem o que ele tava fazendo e taus.. e o mano, assumindo o ato, saiu fora na hora antes que todas as muié e bicha matasse ele, né? CUZÃO LOUCO!


Ai, logo depois (porque só depois disso a minha irmã poderia me ligar, claro), minha irmã liga falando que está num lugar bom e taus, colo lá. Ok, vemos o show e todos feliz! Certo? Fail!


A gente resgata a minha prima com 39,5º, família já fofocando que ela tava morrendo e tipo, culpa do show (Oi?)...enfim. A minha tia resgata ela, leva pro hospital (infecção urinária, eba!) e eu fico até quase 3 da matina trocando ideia com o meu primo (tipo, o irmão dela) até ela chegar. Ela chega, lê os exames, eu vou me deitar e meu primo diz: Vou levar a Dani pro hospital, ela tem alergia ao remédio, tem que ficar internada. 
Dae ela vem, me traz o gato (porra, legal), mas o gato causa que nem uma criança louca... 


Resumo: Sacha dorme nada, come nada, faz nada, chega em casa tenta morrer na cama só com a força da mente, até que é despertada: Preciso dar dicas e conselhos (não amoroso) sobre Buenos Aires para uma amiga. Ai, eu assisto BBB, fico feliz e morro.


Bjo.

26 de fevereiro de 2011

Insônia fode!

Tá, verdade seja dita, eu não ia postar hoje, na verdade já tinha até me despedido no Face, mas né... a pessoa passa o dia todo tombada e é só chegar a noite e deitar que começa a batucar, pensar, mexer as patinhas prá e pra cá e sei lá. Então, como já tô medicada e demora uns 20 ou 30 minutinhos para fazer efeito, eu vou postar uma das coisas que eu estava pensado lá na minha caminha.

1) Sabe como é, parece que a gente precisa se foder muito nessa vida pra manjar que vai se foder mesmo, então vamo foder a vida. Tipo eu, me fodi com o imbecil que fez eu ficar perdendo o meu tempo, daê me brota um argentino louco (todos broxa) e me aparece o cara do bolo, PORRA! Quer dizer, nada de porra... mas manu, que ódio! Dae como eu gosto muito do mundo, sou brasileira, aquariana, curintiana e moro na ZL, a bichinha desiste jamais!
Eis que descubro os mecanismos de deus pra te foder, e sabe, depois que eu entendi que resolvi fazer aquilo que disse lá no começo.
O mano, delicinha, um querido, me chama, eu vou, COMPARECE e ainda é um mano, delcinha, um querido e que tem namorada. Éeeee, ele tem, sempre foi assim... eu não quis mais ficar com ele justamente por isso, mas manu, quem te garante o que nessa vida? Então, faça o que vc quiser, seja REALMENTE você mesmo e vamu tudo fude com esse sistema (até pareço um@ d@s revolutions falando, né? rs).

2) Eu fiz hoje a minha primeira letra pensando ESPECIFICAMENTE na banda... é Sacha tem banda, Sacha não, porque Sacha não é uma querida. Sacha é meu pseudônimo, quem tem banda é Elle. E ela escreveu, TÃO meiga a música, uma mistura louca entre as letras da Amy com as The Runaways, enfim... Só a bagaçeira, é disso que o povo gosta é isso que o povo vai ter. 
Porque assim, se eu chegar lá na parada (aprendi a falar PARADA com o bisso do BBB), de banquinho e violão.... HELLO!! Que sem graça.... Seria MUITO Sacha... Tem que chegar quebrando a banca, dando voadora e dizendo "hello world i'm wild girl" e pronto, é "faca na cadeira"!!!

3) Sacha amanhã chora, todas chora... Show dos meus MAIS do que queridos Backstreet Boys e pela 1ª eu vou conseguir ir!!!! Aweeee, claro com a ajuda do cartão da minha irmã, mas o importante é q eu vou ver o Nick Carter de pertinho, mandar beijinho, chorar, gritar, e dizer "fuck me" e ser ALOKA! Ai nessa hora a minha irmã, vai me dar um perdido, pq agora que ela não é mais "do teatro", e ela tem vergonha de mim. Eu só tenho vergonha de uma coisa nessa vida....calma, tô pensando... ahhh tenho vergonha de porra nenhuma! Desculpa galera, baxo a Dercy em mim, sorry... Prometo que na próxima procuro um centro de umbanda mais próximo pra gente dá um jeito nesse povo todo que mora aqui dentro de mim. Afinal, eu não faço parte do filme "M.I.B. Homens de Preto", né? Nem sou Fernando Pessoa... enfim.

E pronto, valew pela sessão terapia da madruga.

Bjos e não falem comigo, eu sou chata!

23 de fevereiro de 2011

Caravana Orlando/Bogotá/Orlando e irmã surtada

Oi,


tudo bem?


Meu nome é Sacha e tenho 22 anos e quero jogar a minha irmã pela sacada decorada dela, ela tem 27, por sinal. Não que não ame a minha irmã, eu amo, amo tanto que não suporto. Mas tá, uma hora ela aprende, não aprende? Diz pra mim que ela aprende? Grata.


Então, a Caravana se reuniu no doce lar de grande família em um prédio em Tamboré e quero deixar bem claro, só respeito quem mora em São Paulo, BJO!


Depois das grandes informações erradas trocadas entre minha irmã e seu marido, uns 20 minutos andando que nem uma tonta e tomando chuva, eu acho o carro, em meio ao transito de Alphaville, que consegue ser mais irritante do que o do Tatuapé, OU de SP toda...não sei.


Vamos seguir com a reunião usando palavras chaves ou se você preferir, palavras mágicas:
1 - Cachorro num puta calor de moleton > palavra chave: Minha irmã
2 - Apresentações em Power Point com direito a vídeos e enrolação > palavra chave: Meu cunhado
3 - Criança com DDA no meio do Power Point > palavra chave: Fêfe
4 - Pessoas entediadas com conversas paralelas discordando de tudo > palavra chave: Vera e eu


Sem contar na falta de modos ao receber umas visitas porra, Habib's já é de pobre, ainda deixa esfriando enquanto nos ENTRETEMOS com o power point? Oi? SÉRIO?


Coisas que descobri depois da reunião da caravana: Sacha não é de ninguém, sacha não tem lugar, sacha é onipresente eeeeee....BEIJOOOOO!